ACERVO VIRTUAL HUBERTO ROHDEN & PIETRO UBALDI

Para os interessados em Filosofia, Ciência, Religião, Espiritismo e afins, o Acervo Virtual Huberto Rohden & Pietro Ubaldi é um blog sem fins lucrativos que disponibiliza uma excelente coletânea de livros, filmes, palestras em áudios e vídeos para o enriquecimento intelectual e moral dos aprendizes sinceros. Todos disponíveis para downloads gratuitos. Cursos, por exemplo, dos professores Huberto Rohden e Pietro Ubaldi estão transcritos para uma melhor absorção de suas exposições filosóficas pois, para todo estudante de boa vontade, são fontes vivas para o esclarecimento e aprofundamento integral. Oásis seguro para uma compreensão universal e imparcial! Não deixe de conhecer, ler, escutar, curtir, e compartilhar conosco suas observações. Bom Estudo!


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sábado, 27 de maio de 2017

Jornada

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Fui átomo, vibrando entre as forças do Espaço,
Devorando amplidões, em longa e ansiosa espera...
Partícula, pousei... Encarcerado, eu era
Infusório do mar em montões de sargaço.
Por séculos fui planta em movimento escasso,
Sofri no inverno rude e amei na primavera;
Depois, fui animal, e no instinto da fera
Achei a inteligência e avancei passo a passo...
Guardei por muito tempo a expressão dos gorilas,
Pondo mais fé nas mãos e mais luz nas pupilas,
A lutar e chorar para, então, compreendê-las!...
Agora, homem que sou, pelo Foro Divino,
Vivo de corpo em corpo a forjar o destino
Que me leve a transpor o clarão das estrelas!...

Adelino Fontoura

Fonte: XAVIER, Francisco Cândido, VIEIRA, Waldo. 
Antologia dos Imortais. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1990, Parte I, p. 33-34.

A vantagem em ser honesto

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Verdades positivas

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Uni-Verso conforme Pietro Ubaldi

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terça-feira, 23 de maio de 2017

Pensamentos de Albert Einstein

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Tudo na Terra se desgasta e exige contínua restauração

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No nosso estágio atual, a dor é único elemento de redenção, pois é o nosso tributo, também no amor, que, entretanto, é a nossa maior alegria.
O instinto fundamental do ser é criar, eco longínquo do primeiro impulso que Deus imprimiu a todos os seres e por eles repetido, revoluteando continuamente no mesmo ciclo e esquema fundamental do universo.
Instinto irrefreável e que, contudo, termina na dor, mais não se poderia dizer sobre o instinto que leva à alegria e a fatalidade que conduz ao sofrimento, pois que este é o fundo da taça de todos os prazeres humanos.

Um impulso irresistível impele-nos para a vida compele-nos a gerar, mas lhe obedecemos apenas para alimentar a morte.
Não é este o último termo de toda a gênese humana?
Esta é uma gênese que se exaure, se cansa, porque está ruída a originária potência divina que lhe concedia indestrutibilidade.
Tudo na Terra se desgasta e exige contínua restauração.
Iludimo-nos pensando em reviver nos filhos e nos netos, mas o tempo se encarrega de tudo destruir, tanto nós indivíduos, como nossa progênie, e tudo se desfaz no pó de todas as coisas, até à última recordação.

Pietro Ubaldi 
(Livro: Deus e Universo, pág. 45)

domingo, 14 de maio de 2017

VK você também, vem! Feliz dia de todas as mães.

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sábado, 13 de maio de 2017

O Caminho doloroso-gloriso da evolução do homem rumo à sua auto-realização

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terça-feira, 9 de maio de 2017

Destino. O Direito de Punir

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Por Pietro Ubaldi

Outro fator complica o cálculo das responsabilidades: o determinismo das causas introduzidas no passado, com as próprias ações, na trajetória do próprio destino; impulsos assimilados, por livre e responsável escolha, no edifício cinético do próprio psiquismo. Essas causas são forças colocadas em movimento pelo próprio “eu” e uma vez lançadas, são autônomas, até exaurir-se. Vossos atos prosseguem em seus efeitos, irresistivelmente, por leis de causalidade. Seu impulso é medido pela potência que imprimistes a esses atos, proporcionais e da mesma natureza, benéfica ou maléfica, ao impulso que desteis. Assim o bem ou o mal dirigido aos outros é feito sobretudo a si mesmo; é regido pelas reações da Lei e recai sobre o autor como uma chuva de alegrias ou de dores. O destino implica, pois, uma responsabilidade composta, que é resultante do passado e do presente.

sábado, 22 de abril de 2017

A Misteriosa dor de cabeça

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P R E F Á C I O


Em junho de 1961 Krishnamurti começou a fazer um registro diário de suas percepções e estados de consciência. Manteve essas anota­ções durante sete meses. Escrevia a lápis, de modo claro e virtualmente sem rasuras. Nas primeiras setenta e sete páginas do manuscrito usou um caderninho de notas: daí em diante, até o final (página 323), valia-se de um caderno maior de folhas soltas. O registro começa repentinamente e repentinamente termina. O próprio Krishnamurti não sabe dizer o que o levou a efetuá-lo. Anteriormente, não fizera coisa igual, nem tampouco a repetiu depois. 



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