ACERVO VIRTUAL HUBERTO ROHDEN & PIETRO UBALDI

Para os interessados em Filosofia, Ciência, Religião, Espiritismo e afins, o Acervo Virtual Huberto Rohden & Pietro Ubaldi é um blog sem fins lucrativos que disponibiliza uma excelente coletânea de livros, filmes, palestras em áudios e vídeos para o enriquecimento intelectual e moral dos aprendizes sinceros. Todos disponíveis para downloads gratuitos. Cursos, por exemplo, dos professores Huberto Rohden e Pietro Ubaldi estão transcritos para uma melhor absorção de suas exposições filosóficas pois, para todo estudante de boa vontade, são fontes vivas para o esclarecimento e aprofundamento integral. Oásis seguro para uma compreensão universal e imparcial! Não deixe de conhecer, ler, escutar, curtir, e compartilhar conosco suas observações. Bom Estudo!


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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A Arte

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(Trecho extraído do capítulo A Arte, do livro: A Grande Síntese)

Vossa arte  futura  será  sadia,  educadora,  descida  de  Deus  para elevar  a  Deus.   Se assim não  for,  será  veneno.  A arte  que permanece  na  Terra  não  é  verdadeira arte,  tem de elevar-se ao  céu,  ser  instrumento de ascensão  espiritual. Deveis beber nas fontes da  verdade e eu  vos  escancarei  suas  portas.  A arte  tem  de  iluminar-se com a  luz  do  espírito  e eu  o  fiz  reviver  entre  vós.  Dei-vos, tanto  no  campo  científico  e  social,  quanto  no  campo  artístico,  uma  idéia  imensa  para exprimirdes:  a  harmonia  de  todos  os fenômenos,  da  ascensão de todas as  criaturas,  e  a de vosso  amadurecimento biológico. A  arte apodera-se da ciência. É verdade que não  soubesteis  dar  a  esta  um  conteúdo  espiritual;  dai-lhe,  contudo,  uma  fé e  ela  se  tornará arte.  Que  mundo  grande,  novo, inexplorado,  que  sinfonia  de  concepções  cósmicas  para exprimir! O futuro da arte está na expressão do imponderável. Que riqueza de  inspiração pode  descer  sobre a  Terra,  vinda  do  alto,  por intermédio  do artista  sensitivo! Que  oásis de paz, para refúgio da alma, nessas visões do infinito!

A verdade  universal  desta  síntese  pode exprimir-se em todas  as  formas  do  pensamento:  matemática,  científica,  filosófica, social  e  também artística.  Esta  obra  pode  também tornar-se  uma  grande  tragédia,  em que  palpita  toda  a dor e explode  a  paixão das ascensões  humanas.  Que  drama  maior  que  o  esforço  da  superação biológica,  da  luta  do  espírito para  sua evolução,  de  suas  quedas e  de  suas  ascensões,  da  felicidade e  da  dor,  de  um destino  que  progride através  da cadeia de renascimentos,  de  uma  lei divina  que tudo  vincula à  sua  ordem!  Esta  irmanação  de  fenômenos,  de  seres,  esta  unificação  de  meios  de expressão  diante  da  idéia  única, este  monismo  científico,  filosófico,  social,  basta  para  dar  alma a  uma  nova  arte,  como  a  uma ciência,  a  uma  filosofia,  a  uma sociologia nova. 

Vossos  palcos  ignoram tragédias  tão  amplas,  porque estes  conceitos  exatos  faltavam antes  ao mundo.  Era  vaga a  intuição dos  grandes  problemas,  incerta a  reconstrução  do  destino  humano.  Há  sempre  uma zona  de  nebulosidade,  em  que  se aninha a dúvida  e  o mistério. Está na hora de ultrapassar  o  ciclo restrito  das baixas paixões de fundo animal. O teatro não deve ser palco de involução,  explorando  as  multidões,  mas  de evolução,  educando-as.  Então,  ele  não pode ser problema econômico, mas  função do Estado.  A arte  deve  superar  os  loucos  futurismos,  tomar  como  fundo o  infinito  e a eternidade,  por  ator  o  espírito  que,  numa  vida sem  limites,  debate-se entre  luz e  trevas  e conquista  sua  libertação.  O  céu  e a  Terra  ressoam  com  a  tempestade  imensa  que as forças  do mal  desencadearam.  Apresentai  o  drama apocalíptico  sem símbolos,  em sua  nua  potência dinâmica de conflito de forças, em  qualquer  das  formas  de  artes  em  que  o  queirais  exprimir,  suspenso  nas  dimensões  do  tempo,  entre a evolução bíblica e  o idealismo científico.

Esta a  grande  arte  futura.  É mister  que  nasça  o gênio  que a  sinta  e  a  manifeste;  que a  sinta acima  da  realidade sensória e nela a encerre e exprima.  Chegado  ao  ápice  dos  valores  espirituais,  ele combate e conclui o drama da unificação e  da  libertação.  É necessário  que  uma alma  superior  viva  o  fenômeno  e,  em  seu  tormento,  liquide  o passado,  lançando  os  espíritos  num vórtice  de paixões  mais  altas  e  dinâmicas.  É necessário  um ser  que,  num martírio  de  fé, macerando-se e queimando-se por sua arte, dela faça missão  e a ela  se  dê  todo.  A  arte  será então  o  altar  das  ascensões  humanas,  onde  o  espírito  se  oferece em  holocausto  de  dor  e paixão  em sua elevação para  Deus;  será a  oração  que  une a criatura ao Criador,  a  síntese  de  todas  as  aspirações  da alma,  de  todas as esperanças e ideais humanos.

"Sua Voz"

O belo é universal

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O gênio e o talentoso

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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A comunidade da perversão moral

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Trecho extraído do Cap.3 do Livro psicografado em 2002 por Divaldo Franco, Sexo e Obsessão:

Confira, e diga se o que vemos hoje, nessa "arte pervertida", não é um reflexo desse mundo revelado!

 "O  antro  asqueroso  dava-me  a  ideia  de  ser  o mundo inspirador  de  alguns  espetáculos  da  Terra,  que  ainda  não  atingiram  aquele nível  de  vileza,  mas  que  dele  se  vêm  aproximando,  especialmente  durante  a apresentação de alguns dos turbulentos e torpes desfiles de Carnaval. Sim,  era  naquela  Região  que  se  inspiravam  muitos  multiplicadores  de opinião, que ainda  insistem na  liberação  total dos costumes vis, como se  já não bastassem  o  sexo  explícito  e  vulgar,  a  violência  absurda,  a  agressividade  sem limites,  a  luxúria  desmedida,  o  cinismo  odiento,  o  furto  desbragado,  o desrespeito  a  tudo  quanto  constitui  a  dignidade  humana,  descendo  a  níveis  já insuportáveis...

De  quando  em  quando,  aparentando  a  postura  de  guardadores  da Comunidade  horripilante,  verdadeiros  espectros  humanos  semi-hebetados, conduzindo  mastins grande  porte,  vigiavam  a  população,  contra  a  qual atiçavam os ferozes animais. Telepaticamente  o  nobre  Mentor  advertiu-nos  para  que mantivéssemos  cuidados  especiais  com  o  pensamento  elevado  ao  Supremo Amor, sem crítica ou observações descaridosas em relação ao que víamos, a fim de não sermos surpreendidos por esses vigias terrificantes. Num  dos  quadros  dantescos,  pudemos  defrontar  diversos  Espíritos reencarnados,  que  seguiam  jugulados  aos  seus  algozes,  presos  a  coleiras  como se  fossem  felinos  esfaimados,  babando  ante  o  espetáculo  que  lhes  aguçava  os instintos grosseiros. Entre  outros,  encontrava-se  Mauro  com  o  seu  sicário,  que  dele escarnecia  e  o  amedrontava,  enquanto,  debatendo-se,  para  liberar-se  da retenção e atirar-se no vulcão de asquerosa sensualidade, urrava em deplorável aspecto. Observamos  que  crianças  despidas  em  atitudes  obscenas  decoravam  o carro  exótico,  gritando  e  movimentando-se  sensualmente,  inspirando  mais compaixão  do  que  outro  qualquer  sentimento.  Acurando,  porém,  a  visão, surpreendemo-nos, ao constatar que se tratava de anões cínicos, apresentando-se  como  criaturas  infantis, assim despertando os viciados em pedofilia a  terem mais acicatados os seus impulsos grosseiros. A bacante, com as suas aberrações, alongou-se, na sucessão das horas, até  quando  os  primeiros  raios  do  amanhecer  penetraram  a  névoa  densa, fazendo  diminuir  o  desfile  horrendo  e  a  movimentação  foi  desaparecendo  até ficar  o  ambiente,  com  a  sua  pesada  psicosfera  pestífera,  quase  vazio,  exceção feita aos vigilantes e seus animais em contínua atividade. A  esdrúxula  sociedade  ali  residente  seguiu  no  rumo  das  suas  furnas  e mansardas, a fim de continuar na exorbitância dos sentidos torpes, terminado o desfile que se repetia todas as noites... O  irmão Anacleto  convidou-nos mentalmente  a  segui-lo,  afastando-nos  tão  discretamente  quanto  nos  adentráramos  no  dédalo infernal,  aturdidos  e algo asfixiados, até nos acercarmos de formosa praia que se dourava à luz solar e  recebia  os  primeiros  raios  do  Astro-rei  como  bênção  de  luz  após  a  noite ensombrada no reduto em que estivéramos."

LIVRO:  Sexo e Obsessão,
De Manoel Philomeno de Miranda
Psicografia: Divaldo Franco
http://docs11.minhateca.com.br/1022723232,BR,0,0,Sexo-e-Obsess%C3%A3o---Manoel-Philomeno-de-Miranda.pdf

terça-feira, 12 de setembro de 2017

A Verdadeira Desgraça

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Todos falam da desgraça, todos a experimentaram e julgam conhecer o seu caráter múltiplo. Venho dizer-vos, porém, que quase todos se enganam, pois a verdadeira desgraça não é, de maneira alguma, aquilo que os homens, ou seja, os desgraçados, supõem. Eles a vêem na miséria, na lareira sem fogo, no credor impaciente, no berço vazio do anjo que antes sorria, nas lágrimas, no féretro que se acompanha de cabeça descoberta e coração partido, na angústia da traição, na privação do orgulhoso que desejava vestir-se de púrpura e esconde sua nudez nos farrapos da vaidade. Tudo isso, e muitas outras coisas ainda, chamam-se desgraça, na linguagem humana. Sim, realmente são a desgraça, para aqueles que nada vêem além do presente. Mas a verdadeira desgraça está mais nas conseqüências de uma coisa do que na própria coisa. 

Dizei-me se o mais feliz acontecimento do momento, que traz funestas conseqüências, não é, na realidade, mais desgraçado que aquele inicialmente aborrecido, que acaba por produzir o bem? Dizei-me se a tempestade, que despedaça as árvores, mas purifica a atmosfera, dissipando os miasmas insalubres que poderiam causar a morte, não é antes uma felicidade que uma desgraça?ei-me se o mais feliz acontecimento do momento, que traz funestas conseqüências, não é, na realidade, mais desgraçado que aquele inicialmente aborrecido, que acaba por produzir o bem? Dizei-me se a tempestade, que despedaça as árvores, mas purifica a atmosfera, dissipando os miasmas insalubres que poderiam causar a morte, não é antes uma felicidade que uma desgraça? 

Para julgar uma coisa, é necessário, portanto, ver-lhe as conseqüências. É assim que, para julgar o que é realmente feliz ou desgraçado para o homem, é necessário transportar-se para além desta vida, porque é lá que as conseqüências se manifestam. Ora, tudo aquilo que ele chama desgraça, de acordo com a sua visão, cessa com a vida e tem sua compensação na vida futura. 

Vou revelar-vos a desgraça sob uma nova forma, sob a forma bela e florida que acolheis e desejais, com todas as forças de vossas almas iludidas. A desgraça é a alegria, o prazer, a fama, a fútil inquietação, a louca satisfação da vaidade, que asfixiam a consciência, oprimem o pensamento, confundem o homem quanto ao seu futuro. A desgraça enfim, é o ópio do esquecimento, que buscais com o mais ardente desejo

Tendes esperanças, vós que chorais! Tremei, vós que rides, porque tendes o corpo satisfeito! Não se pode enganar a Deus: ninguém escapa ao destino. As provas, credoras, mais impiedosas que a malta que vos acossa na miséria, espreitam o vosso repouso ilusório, para vos mergulhar de súbito na agonia da verdadeira desgraça, daquela que surpreende a alma enlanguescida pela indiferença e o egoísmo. 

Que o Espiritismo vos esclareça, portanto, e restabeleça sob a verdadeira luz da verdade e o erro, tão estranhamente desfigurados pela vossa cegueira. Então, agireis como bravos soldados que, longe de fugir ao perigo, preferem a luta nos combates arriscados, à paz que não oferece nem glória nem progresso. Que importa ao soldado perder as armas, o equipamento e a farda na refrega, contanto que saia vitorioso e coberto de glória? Que importa, àquele que tem fé no porvir, deixar a vida no campo de batalha, sua fortuna e sua veste carnal, contanto que sua alma possa entrar, radiosa, no reino celeste? 

DELPHINE DE GIRARDIN (Paris, 1861)

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A função histórica do Brasil no mundo

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Por Pietro Ubaldi Qual é a função histórica do Brasil no mundo, especialmente em relação à esperada nova civilização do Terceiro Milênio? Evidentemente, não é uma hipótese mas um fato positivo, que o Hemisfério Norte é um armazém de bombas atômicas, e é evidente que não são elas construídas por pura curiosidade científica. Os Estados Unidos e a Rússia estão armando-se cada vez mais, e naturalmente não é para abraçarem-se. O medo de uma luta perigosa e tremendamente destrutiva para todos os retém. Mas também os atrai a miragem do domínio do mundo, prêmio de sua vitória. A guerra fria já está em ação. Sem dúvida, os meandros da política são tão tenebrosos, a imprensa é tão obediente a quem manda e a quem paga, e no círculo vicioso dos interesses costuma dar-se ao público tanta propaganda e tão pouca verdade, que é possível que haja talvez outra realidade sob estas aparências, geralmente aceitas. Entretanto, estes são fatos. Mesmo se a Rússia, com seu sistema de expansão de ideologias, chegasse a realizar seu objetivo de submeter outros países, ao entrar nestes pela porta da representação parlamentar de partido, jamais seriam conseguidas por este meio a paz e a ordem.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A Constituição Cósmica

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O Organismo Compressor

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sábado, 2 de setembro de 2017

O ego integrado no Eu

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Unir em vez de dividir

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sábado, 26 de agosto de 2017

O passado criando esperanças e medos do futuro

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Por Jiddu Krishnamurti

Interrogante: O que você quer dizer com liberdade do passado?
Krishnamurti: O passado são todas as nossas memórias acumuladas. Estas memórias atuam no presente e criam nossas esperanças e medos do futuro. Estas esperanças e medos são o futuro psicológico; sem elas não existe futuro. Então o presente é a ação do passado, e a mente é este movimento do passado. O passado agindo no presente cria o que chamamos futuro. Esta resposta do passado é involuntária, não é convocada ou convidada, está em nós antes de sabermos.
Interrogante: Neste caso, como vamos nos libertar disto?
Krishnamurti: Estar consciente deste movimento sem escolha – porque a escolha novamente é mais do mesmo movimento do passado – é observar o passado em ação: tal observação não é o movimento do passado. Observar sem a imagem do pensamento é ação na qual o passado acabou. Observar a árvore sem pensamento é ação sem o passado. Observar a ação do passado é novamente ação sem passado. O estado de ver é mais importante do que o que é visto. Estar consciente do passado nessa observação sem escolha é não apenas agir diferentemente, mas ser diferente. Nesta conscientização a memória age como impedimento, e eficientemente. Ser religiosos é estar consciente sem escolha que existe liberdade do conhecido mesmo enquanto o conhecido atua onde quer que tenha que atuar.
Interrogante: Mas o conhecido, o passado, algumas vezes ainda atua quando não deveria; ele atua ainda para causar conflito.
Krishnamurti: Estar consciente disto é também estar num estado de inação em relação ao passado que está atuando. Assim, liberdade do conhecido é verdadeiramente a vida religiosa. Isso não significa varrer o conhecido, mas entrar numa dimensão partir da qual, de uma forma geral, o conhecido é observado. Esta ação de ver sem escolha é a ação do amor. A vida religiosa é esta ação, e todo viver é esta ação, e a mente religiosa é esta ação. Então religião, e a mente, e vida, e amor, são o mesmo.
The Urgency of Change, The Religious Life

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Julgar o próximo

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“Cada um julga com os elementos que possui. Quanto mais somos ignorantes, menos elementos possuímos, e quanto menos elementos possuímos, mais rápidas e absolutas são nossas conclusões. Ao contrário, quem possui mais conhecimento e, com isso, mais elementos para julgar, não chega a conclusões simplistas, rápidas e absolutas. Logo, quem mais se aproxima da verdade é quem julga lentamente, sem absolutismo, mas com profundidade. Então, quem julga, lançando seu julgamento sobre os outros, em última análise julga a si mesmo, e com seu julgamento, se revela. Pelo fato de não poder julgar senão conforme seu tipo de pensamento e natureza, com o seu julgamento são descobertos seu pensamento e sua natureza. A melhor maneira de se chegar a conhecer uma pessoa é a de observar os seus julgamentos a respeito dos outros. Quando alguém cai na ilusão de supor que, julgando os outros, está assim pondo-os a descoberto e colocando-se acima deles, na realidade, apenas se está submetendo a julgamento, descobrindo-se e mostrando a todos seus próprios defeitos.” 

Pietro Ubaldi
Livro: A Lei de Deus

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Capitalismo e Comunismo

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Por Pietro Ubaldi

Depois de havermos visualizado o problema da unidade em suas linhas gerais, focalizemos, de maneira particularizada e concreta, o que sucede atualmente no campo político do mundo. Para principiar, perguntamos: corresponde as leis do universo o princípio de igualdade que se pretende impor presentemente pela força?  


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Aulas em áudio com o professor Rohden disponíveis. Venha conhecer! Escute, reflita, estude.

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Identificação com a alma (mensagem)

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Da matéria ao espírito (mensagem)

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Mudando a forma mental

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Inofendibilidade

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A Divina Individualidade

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A paz dentro de si

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Armas de conquista (mensagem)

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domingo, 6 de agosto de 2017

Conforme a Lei (mensagem)

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O pensamento certo (mensagem)

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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Utilitarismo da honestidade (mensagem)

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Ignorância, inteligência e sapiência (mensagem)

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terça-feira, 1 de agosto de 2017

A correção do erro (Mensagem)

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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Ser e Agir (Mensagem)

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domingo, 30 de julho de 2017

A Arte de Pensar (Mensagem)

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sábado, 29 de julho de 2017

O Everest da experiência (Mensagem)

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

O Eu e o Ego (Mensagem)

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Ser e Ter

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terça-feira, 25 de julho de 2017

O silêncio necessário

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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Por te amar tanto

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Ninguém podia compreender como Te amando tanto, eu evitasse ouvir as Tuas palavras que as bocas mundanas repetiam nos dias quentes de abril como nas águas de junho, nas cabanas simples e nos templos faustosos.

Recusava-me a escutar os gurus, e o meu mantra, os ouvidos alheios não identificavam.

Acusavam-me de descrente e apedrejavam-me com calúnias.

Eu, todavia, não me perturbava, nem sofria, até mesmo quando declaravam que Tu me amaldiçoarias.

A verdade é que eu não necessitava de qualquer referencial exterior, porque Tua voz me embalava os sentimentos e a Tua presença me fazia companhia na minha solidão, que nunca desejei repartir com ninguém, porque Tu, só Tu me podes preencher a vida.

Rabindranath Tagore
Por Divaldo Franco, Cap. XLVI, no Livro: Pássaros Livres

domingo, 23 de julho de 2017

Orientando para a auto-realização

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Afirmar que Deus dê ao homem liberdade para pecar e lhe negue a liberdade para se converter, é abolir tanto o amor como a justiça de Deus. Admitir que lhe conceda 50 ou 80 anos de liberdade para pecar, e depois lhe negue essa liberdade por toda a eternidade, é o mesmo absurdo. Crer que Deus inflija um castigo infinito (eterno) por um erro finito (temporário) é não somente pecar contra o amor e a justiça de Deus, mas equivale também a um pecado mortal contra a lógica, uma vez que nenhum ser finito é capaz de um sofrimento infinito; o eterno, porém, é o infinito no tempo. O finito só pode suportar um sofrimento finito.

Suponhamos, meu amigo, que você esteja salvo, no céu, e seus pais e irmãos estejam perdidos para sempre no inferno; se você fosse capaz de gozar eternamente a sua felicidade, sabendo que outros são eternamente infelizes, seria você um egoísta muito maior do que os condenados; aqueles seriam egoístas no sofrimento, e você seria um egoísta no gozo. Se eu tivesse a escolha de simpatizar ou com esta ou com aquela parte, creio que as minhas simpatias seriam antes para os egoístas no sofrimento do que para os egoístas no gozo. A obtusidade do nosso senso de solidariedade universal, a impossibilidade de experimentarmos a humanidade como uma família e sentirmos em nós a vida universal do cosmos é que torna possível essa monstruosa teologia de um céu eterno para os bons e um inferno eterno para os maus. Tolstói, Gandhi, Schweitzer e muitos outros clarividentes acharam tão revoltante a idéia de eles gozarem ao lado de milhões de sofredores que nivelaram as diferenças entre si e os outros, ou fugindo da sua prosperidade, ou fazendo outros participarem dela. Isto é solidariedade universal.

Aliás, na Bíblia, a palavra “eterno” não significa sem fim. “Na presente eternidade casa-se e dá-se em casamento; mas na futura eternidade não se casa nem se dá em casamento.” (é o texto grego do primeiro século) Se há eternidades, no plural, eterno não quer dizer “sem fim” Idem: “Deus reina por todas as eternidades das eternidades.”

Aion, em grego, quer dizer uma longa duração de tempo, mas não um tempo sem fim.

Huberto Rohden 
Do Livro: Orientando para a auto-realização, trecho do Capítulo: Inferno

Imparcialidade e Universalidade

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“A ideia deve antepor-se a qualquer personalismo; o que importa não é a pessoa, mas a ideia; servir ao próximo e obedecer a Deus; oferecer, nunca impor a verdade; procurar o que une e evitar o que divide; sejamos sempre construtivos, isto é, operemos no sentido positivo, unitário como é o bem, e jamais sejamos destrutivos, isto é, nunca ajamos em sentido negativo, separatista, como é o mal; aos ataques, às polêmicas, às condenações, respondamos com o exemplo da compreensão. Os dois princípios fundamentais são: IMPARCIALIDADE E UNIVERSALIDADE."

Pietro Ubaldi
Do Livro: Fragmentos de Pensamento e de Paixão.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Intuição. A evolução do receptor intelectual

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Hoje  em  dia,  na  Era  Atômica,  esse  receptor  intelectual  do  homem  atingiu  a grande perfeição, pondo  a  humanidade  em  contato  com  realidades  que nenhum sentido orgânico pode verificar. 

Entretanto,  a  faculdade  racional  (chamada  também  espiritual  ou  intuitiva)  do homem acha-se ainda em estado tão  primitivo e embrionário como, em épocas remotas, era a faculdade intelectiva da nossa raça.

À luz dos fatos da biologia individual, é fácil,  hoje em dia, verificar o que, em eras  pré-históricas,  aconteceu  com  a  raça  humana  como  tal.  Todo  indivíduo humano percorre, hoje, em poucos anos, o que o gênero humano percorreu em milhares  de séculos,  a  saber:  

1)  o  estágio  sensitivo,  

2)  o  estágio  sensitivo intelectivo

3) o estágio sensitivo-intelectivo-racional.  

A evolução do indivíduo é uma miniatura e recapitulação sumária da evolução da raça.

Huberto Rohden
Livro: O Caminho da Felicidade, Pág. 43 - Editora: Martin Claret

terça-feira, 11 de julho de 2017

A bênção de Buda

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Dá-me a tua bênção, ó Iluminado! — rogou o jovem sonhador que passava diante de Buda. 

O Sábio sorriu e anunciou-lhe felicidade estrada fora. 

Um  pouco  adiante,  o  rapaz  foi  assaltado  por  bandidos  profissionais,  que  o despojaram dos haveres, deixando-o quase nu. 

O moço retornou, embaraçado, e interrogou o Mestre. — Então é esta a bênção que me concedes?

O Santo, sem qualquer perturbação, fitou-o, e redarguiu; 

— Abençoei-te, rogando para que fosses espoliado,ao invés de espoliador; assaltado, mas não morto; vítima e não o criminoso. O teu  carma é grave, porém os teus ideais são nobres,  assim  merecendo  sofrer,  todavia,  não  impondo  sofrimento,  desta  forma  não  te tornando mais desventurado. 

Enquanto o Guru retornou à meditação, o moço prosseguiu, abençoado, louvando a experiência,  que lhe  permitia  resgatar  sem  agravar  o  compromisso,  perder  coisas  para ganhar a vida.

Rabindranath Tagore 
Por Divaldo Franco, Cap. XLIV, no Livro: Pássaros Livres

domingo, 9 de julho de 2017

O tom verde da esperança

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As  águas  que  precedem  o  estio,  lavaram  as  últimas sombras  que  manchavam  a paisagem dos meus pensamentos. 

O ar perfumado do amanhecer brincava com as folhagens do bétele das mangueiras frondosas  em  saudações  amenas,  anunciando-me  o  júbilo  da  natureza  lavada  pelas  águas que precedem o estio. 

Debruço-me à janela da minha choupana e contemplo campo sorrindo o verde da mostarda exuberante. 

O  seu  tom  me  anuncia  a  esperança  que  passará  a  dominar  os  meus  pensamentos desanuviados, que me guiarão no rumo da alegria. 

Rabindranath Tagore 
Por Divaldo Franco, Cap. XLIII, no Livro: Pássaros Livres 

terça-feira, 4 de julho de 2017

A Evolução da Sensibilidade

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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Piano – e panelas

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Piano querido!...

De quantas saudades me encheste a alma!... 

Companheiro da minha primavera de moça – assististe à primeira declaração de amor...

Em tuas teclas brancas e pretas transfundia meu coração seus amores e suas mágoas...

Teus sopros sonoros povoavam de sonhos multicores meus anos felizes...

Sobre as asas das tuas melodias, visitaram-me Beethoven e Haydn, Haendel e Wagner, Bach e Chopin – todos os gênios da divina harmonia...

Velho piano, levei-te para o santuário do meu lar – nosso lar...

E ele, o amigo querido, escutava, embevecido, minhas sonatas e valsas – a voz das tuas cordas sonoras...

Veio, depois, a derrocada cruel!...

E tu, piano querido, passaste a mãos estranhas...

Chorei, chorei, chorei...

Panelas malditas!...

Que ódio profundo vos tive...

Negrejante bateria culinária – legião de Satã sobre o fogo infernal...

Panelas e tachos, chaleiras e frigideiras – por que suplantastes meu lindo piano?...

Por que me enchestes de prosaísmos a poesia da vida?...

Roubastes à minha pele a tez delicada...

Tirastes-me das unhas o esmalte luzidio...

Fizestes de mim trivial cozinheira...

Que música é essa, fogões, que vossas bocas exalam?...

Fumo e vapores, cinza e fuligem! – é este o ambiente em que vivo...

Ah! como chorei, chorei, chorei!...

Panelas amigas!...

Há muito, muito tempo, que meu ódio morreu...

Discreta simpatia sucedeu à antipatia que vos tinha...

Convivo convosco, panelas amigas – e com as que vos servem...

Almas singelas e simples vos cercam – almas com muita alma...

Quero-lhes bem, a essas criaturas de branco avental – e elas me querem...

Quase operária entre operárias – trabalhando, lutando, sorrindo – calando.

Muita coisa morreu dentro de mim – e muita coisa em mim nasceu...

Montanhas de dores sobre mim desabaram...

Oceanos de lágrimas me lavaram as faces...

Incêndios atrozes me arderam na alma...

E após esta tempestade cruel – a grande bonança...

Compreensão... Serenidade... Resignação... Calma... e Paz...

O reino de Deus dentro de mim...

A atmosfera do Nazareno em torno de mim...

Mais belas que as melodias do piano querido, canta, entre panelas amigas – a sinfonia de Deus...

Achei a mim mesma – na renúncia do ego...

E choro – feliz...

Na felicidade dos outros...

Huberto Rohden

domingo, 2 de julho de 2017

Da Lagarta à Borboleta

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A lagarta, ou taturana, é bem o símbolo do homem profano. A borboleta é comparável ao homem iniciado.  

A lagarta rasteja pesadamente nas baixadas. O seu  corpo desgracioso não é senão boca e estômago.

Para que a lagarta possa tornar-se borboleta, é indispensável que passe  por uma espécie de morte, a crisálida, ou o casulo. No fim do seu  período de lagarta, deixa ela de comer, retira-se a uma lugar solitário e lá se metamorfoseia. Não sabemos se ela sofre com esta metamorfose.

E, se sofre, também aceitaria de boa vontade esse sofrimento, porque, instintivamente, a lagarta sabe que o seu verdadeiro estado é o de borboleta alada. Nesse último estado é o inseto completamente diferente da lagarta: com quatro asas velatíneas, meia dúzia de pernas elegantes e flexíveis, dois olhos de opala com milhares de facetas visuais; dispõe de uma língua em forma de espiral contráctil, com o qual suga o néctar das flores.

Felicidade - Por Teilhard de Chardin

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Alguns não estão irritados pela partida. O sol brilha, a vista é bela. Mas para que subir mais alto? Não é melhor aproveitar a montanha onde nos encontramos, em meio aos prados e no bosque? E se deitam sobre a grama, ou exploram ao redor, esperando a hora do piquenique. Os últimos, enfim, os verdadeiros alpinistas, não tiram os olhos dos picos que decidiram subir. E seguem adiante.

Os cansados, os brincalhões, os fervorosos. Três tipos de Homem, que cada um de nós traz em semente no profundo de si mesmo, e entre os quais, desde sempre, divide-se a humanidade que nos circunda.

sábado, 1 de julho de 2017

O que é o ego?

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A busca por poder, posição, autoridade, ambição, e todo o resto são formas do ego em todos os seus diferentes meios. Mas o importante é compreender o ego e estou certo que vocês e eu estamos convencidos disto. Se me permitem acrescentar aqui, vamos ser sérios a respeito deste assunto; porque sinto que se vocês e eu como indivíduos, não como um grupo de pessoas pertencentes a certas classes, certas sociedades, certas divisões climáticas, pudermos compreender isto e agir a partir daí, então penso que haverá uma revolução verdadeira. No momento que isto se torna universal e melhor organizado, o ego se abriga aí; por outro lado, se você e eu como indivíduos podemos amar, podemos levar isto, de fato, para a vida cotidiana, então a revolução que é tão essencial acontecerá. Vocês sabem o que quero dizer com ego? Com isso, quero dizer a ideia, a memória, a conclusão, a experiência, as várias formas de intenções nomeáveis e não nomeáveis, o esforço consciente para ser ou não ser, a memória acumulada do inconsciente, o racial, o grupo, o individual, o clã, e tudo isto, seja projetado externamente em ação, ou projetado internamente como virtude; a luta atrás de tudo isto é o ego. Nele está incluída a competição, o desejo de ser. A totalidade desse processo é o ego; e nós sabemos de fato, quando estamos frente a ele, que ele é uma coisa maligna. Estou usando a palavra maligna intencionalmente, porque o ego divide; o ego está fechado nele mesmo; suas atividades, conquanto nobres, são separadas e isoladas. Sabemos tudo isto. Também sabemos como são extraordinários os momentos em que o ego não está, em que não há sentido de esforço, de empenho, e que acontecem quando existe amor.
Jiddu Krishnamurti
Em The Book of Life

A posse não dá o que é essencial à vida

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Anelavas pelo triunfo, meu filho, e por isso, partiste como flecha veloz buscando o alvo.

Teus pés andarilhos venceram caminhos e se feriram mil vezes, na louca armadilha de ahamkara (*)

Querias o mundo de ilusão e estavas cego.

A posse não dá o que é essencial à vida. 

Conquistaste espaço e maceraste os sentimentos, submetendo-os às circunstâncias criminosas porque desejavas vencer. 

Reuniste quinquilharias de prata, de ouro e pedras cujo brilho não lhes dá calor. 

Repousas  o  corpo  em  almofadas  de  seda,  de  veludo, caminhando  sobre tapetes preciosos e que o tempo também consome. 

Estás cansado, com fastio de tudo, sem realização interior. 

Despoja-te,  meu  filho,  de ahamkara e  abre  os  braços  à  luz  do  amor, triunfando sobre ti mesmo e tornando-te um Ganges purificado para todos quantos venham banhar-se nas águas dos teus sentimentos livres. 

Ahamkara - Ego - Literalmente significa eu faço. É o mantenedor do homem sob o domínio da ilusão.  

Rabindranath Tagore 
Por Divaldo Franco, Cap. XXXVI, no Livro: Pássaros Livres 

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Intuição. A mais alta faculdade humana

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O estudante da vida mergulhou o pensamento na pesquisa da verdade e, dominado pela cultura, procurou compreender Deus. 

A razão lhe abria os horizontes do entendimento, ao mesmo tempo queria explicar o inconcebível através dos limites da dúvida e da lógica, sem o lograr. 

Procurando o Mestre, indagou-lhe como penetrar em Deus. 

Havia ansiedade e amargura na pequenez da sua imensa ignorância.

O vento na ramagem das árvores modulava uma sonata. 

O Sábio, depois de meditar, apiedando-se, esclareceu: 

— O mar pode prescindir das ondas, mas não estas do oceano.

O finito está mergulhado no insondável, todavia,o oposto é impossível.

“A razão capta e entende os efeitos, tendo dificuldade de compreender as causas. A mais avançada ciência é incapaz de explicar o Onipotente, embora esclareça que, no mundo dos efeitos, o que o homem não fez, Ele o realizou.” 

“Somente  a  intuição,  a  mais  alta  faculdade  humana,  pode  penetrar  nas  causas  da 
vida e entender o seu Autor.”

“A partir daí, submergindo no oceano íntimo com ardente amor, encontrará Deus e O levará,  conscientemente,  por  toda  parte,  redescobrindo-O  onde  se  manifesta Sua presença.” 

O aspirante meditou na resposta, deixando-se tocar pelo profundo ensinamento e, a partir daí, voltou-se para a meditação, buscando superar a sombra da presunção e abençoar-se com a luz do Encontro Libertador. 

Rabindranath Tagore 
Por Divaldo Franco, Cap. XXXV, no Livro: Pássaros Livres 

segunda-feira, 26 de junho de 2017

O discípulo pronto

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Tu  abriste  a  porta  da  tua  choupana,  sem  perguntar-me  nada,  e  me  deste  abrigo durante a noite de frio. 

 As tuas mãos gentis me ofereceram nam(*) e me nutriste. 

Havia paz no teu lar, e a laranjeira do lado de fora derramava a taça de perfume no ar, que inebriava o ambiente com aroma doce.

 O teu silêncio respirava ternura e veneração pelo anônimo que te pedia abrigo. 

Quando o dia surgiu risonho, devendo prosseguir a jornada, apontei-te uma pedra e tornei-a diamante, ofertando-a para agradecer-te a hospedagem. 

 Porque permanecesses triste, indaguei-te o que querias de mim. 

 Agigantando-te como uma  aurora que vence as  sombras teimosas, demonstraste a grandeza da tua ambição, e pediste: 

 Dá-me a sabedoria que despreza todas as coisas transitórias, ensinando-me a ter alegria na pequenez e na adversidade, e humildade quando adornado de poder ou cercado de bajulação. 

 Naquele momento, vi que não podia ir além, pois em ti encontrara o discípulo que buscava. Por essa razão, fiquei contigo, ensinando-te a técnica da iluminação.  

Rabindranath Tagore 
Por Divaldo Franco, cap. XXXIII, no Livro: Pássaros Livres 

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 (*) Nam - Pão especial, semelhante a pastel, porém sem recheio. 


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